Tiny Bunny
"No meio de uma incansável procura por um adjetivo ou palavra com a qual eu pudesse comparar você, eu finalmente achei, embora eu pensasse que não existia algo bom o bastante para ser meramente comparado a você. Mas eu achei. Você, meu amor, é como meu sangue: é quente, está dentro de mim e me mantém viva. Não poderia pensar em coisa melhor, e não é que nesse mundo há uma palavra que beire seus pés? E agora, até uma teoria boba me veio a mente: se todo meu sangue acabasse, eu ainda poderia ficar viva se você estivesse ao meu lado."

Larissa M.  (via satisfeita)


"Eu me lembro perfeitamente e não como eu poderia me esquecer? A gente não esquece algo que marca nosso coração, que deixa cravado um sentimento que nunca irá morrer e que sempre ficará aceso em nossos corações. Você lá, dormindo quietinho na cama depois de mais aquela noite de amor louca que você sempre me dava. Sempre me perguntei como você podia ser tão calmo dormindo, eu sempre fui agitada e você o oposto de mim. Eu sempre acordava primeiro do que você, somente para ficar te observando, mas naquele dia foi diferente. Você acordou cedinho e me deixou dormindo e quando eu acordei, aquele cheiro gosto vindo da cozinha. Me levantei depressa e me surpreendi, estava lá você, apoiado na bancada da pia, só com um avental branco, cheio de coraçõezinhos, o meu avental branco cheio de coraçõezinhos. Era sempre eu quem cozinhava para nós, mas lá estava você, todo lindo e sexy, fazendo nossas panquecas pro café-da-manhã. Não me agüentei, fui lá e lasquei um beijo naquela boca gostosa, recebi um sorriso safado e um tapa na bunda, o seu tapa na bunda. Depois do café, você cantou pra mim, como eu amo sua voz! Você cantava olhando pra mim, eu lembro exatamente da cara que você fazia e como eu amava essas caras e bocas, seus sussurros de “eu te amo”. Ah, me lembro também de quando você aproveitava da minha distração, corria lá no nosso quarto (nosso porque naquele momento, não tinha mais e você, era somente nós) e pegava meu caderninho de poesias, caderninho secreto de poesias e começava a lê-las em voz alta, eu tentava te impedir, mas não tinha como. Você lia e relia, e falava até sobre elas, eu ficava brava, mas era só você vir com aquele jeitinho manso e manhoso, que eu me derretia. Só que de repente tudo isso mudou, numa outra manhã eu acordei e vi que você não estava, procurei pela casa inteira. Esperei, esperei e nada. Fui na cozinha e lá estava o bilhete: “ Pequena, me desculpe, mas é a melhor coisa pra nós dois. Eu estou indo ta? É, to indo embora. Acho que a gente nunca vai se ver mais. Eu te amo e sei muito bem que você não vai me entender, mas não me procure, não sofra e sempre que se lembrar de mim, lembre-se dos nossos momento juntos e relaxe. Eu tenho que ir pequena, me perdoa, mas como eu disse, é o melhor. Já deu pra mim, você vai achar um cara melhor, que não seja tão vagabundo quanto eu. Vai achar teu príncipe, vai achar. Ah, to levando comigo seu caderno de poesias, para eu ler todos os dias e lembrar da sua cara de brava quando eu o pegava. É, ta na hora, tenho que ir, te amo ta pequena? Mas esquece disso, esquece de mime e se você não conseguir, só me guarde dentro do seu coração, faça com que eu me torne uma lembrança do passado. Um beijo e um tapa bunda.”. Você tinha ido embora. Chorei, chorei, reli e reli o bilhete. Não, eu não te entendia e não eu não queria um príncipe e você não era um vagabundo, só se for o meu vagabundo. Depois de um tempo eu fiz o que você me pediu, te fiz uma lembrança do passado, a minha melhor lembrança. Não iria encontrar outro cara, porque era você quem eu quero. Você disse que a gente nunca mais vai se ver, mas eu não acreditava. Iria te esperar, pra sempre. Pra sempre na nossa casinha, deixava sempre a comida pronta, os bolinhos com ervas que você adorava, sabia que você iria voltar. Os anos se passaram e todo dia a comida estava te esperando, até que um dia eu acordei e quando entrei na cozinha, lá estava você, com um avental de coraçõezinhos, o meu avental branco cheio de coraçõezinhos. Não acreditei quando vi, fiquei boba, ai você veio até mim, me lascou um beijo e um tapa na bunda, o seu tapa na bunda. Sussurrou eu te amo e um me perdoe. É claro que eu perdoei. Sabia que nosso amor era daqueles que vive pra sempre, a gente nasceu pra ficar junto e eu sabia, você sabia e lá fomos nós, na nossa rotina de beijos, blues e poesia."

Larissa M. ( via satisfeita )


"Você me chamou pra dançar aquele dia, mas eu nunca sei rodar. Cada vez que eu girava parecia que a minha perna sucumbia de agonia. Em cada passo que eu dava nessa dança, ia perdendo a esperança. Você sacou a minha esquizofrenia e maneirou na condução. Toda vez que eu errava você dizia pra eu me soltar porque você me conduzia. Mesmo sem jeito eu fui topando essa parada e no final achei tranquilo. Só sei dançar com você, isso é o que o amor faz."

Tulipa Ruiz ( via satisfeita)


"Eu queria ter mais coragem e menos medo. Eu queria ter mais sabedoria e menos confusão. Queria mais paz e menos guerras entre olhares. Queria mais eu, queria mais você, queria mais nós. Coragem para escancarar as portas de meu coração e botar pra fora tudo isso que estou sentindo, queria poder entender tudo isso que está acontecendo e saber de você, saber da sua opinião para tudo isso que está me invadindo. Queria quebrar esse silêncio que emana mistério de dentro de você, queria ouvir seus sentimentos e pensamentos, queria saber o que se passa nessa sua cabeça. Poderíamos até fazer um trato, eu te conto o que se passa comigo e você faz o mesmo. Quem sabe desse jeito a gente poderia se entender, quem sabe eu poderia assim te entender, e por final, me entender."

Satisfeita. (via satisfeita)


(Source: pastelfluff)



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